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Solução de inteligência artificial para área de saúde

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Neurotech e PickCells se juntam para oferecer sistema que garante maior agilidade para os médicos nos diagnósticos de imagem

A inteligência artificial já é usada para melhoria dos processos em diversas áreas e a de saúde é uma das que tem se beneficiado com os recursos oferecidos. A Neurotech e a PickCells, duas empresas do Porto Digital, juntaram as suas expertises para oferecer uma solução para diagnósticos de imagem. A ideia é, com o grande volume de exames, dar mais produtividade aos médicos. O sistema é capaz de, a partir de uma base de dados da clínica ou do hospital, fazer um laudo prévio. O objetivo é agilizar o processo, mesmo que não elimine a necessidade da análise do especialista, que vai dar a palavra final. Mas, em casos mais urgentes que o sistema detecte, os exames podem ser laudados com maior rapidez pelos médicos.

A PickCells nasceu com a proposta de usar a inteligência artificial para fazer diagnósticos por imagem e já atuava em exames clínicos, com doenças com parasitas e parcerias com laboratórios. Já a Neurotech é uma empresa de inteligência artificial e big data, que tinha um trabalho mais voltado para os segmentos de crédito e seguros. “Como a parte de saúde tem despontado muito para a inteligência artificial e seus benefícios, já é um mercado que ganhou maturidade para absorver produtos deste serviço, decidimos consolidar esforços para trabalhar nesta área para dar maior produtividade para os médicos”, explica Adrian Arnaud, sócio da Neurotech, que atua ao lado de Paulo Melo, cofundador da PickCells.

Por meio da inteligência artificial, os padrões de anomalias e patologias são identificados automaticamente e a assertividade é uma das vantagens garantidas. Hoje, os laudos são realizados por patologistas e radiologistas, que procuram visualmente por esses padrões. “A PickCells já trabalhava com análise clínica com exames parasitológicos e ampliamos para outros tipos de exames, como imagens de Raio X, ressonâncias magnéticas e tomografias, e também a quantidade e tipos de patologias que podem ser detectadas. Ampliamos o foco e o mercado e agora oferecemos uma solução para um leque maior”, ressalta Arnaud.

Como funciona
A inteligência artificial é treinada em cima da base de dados da clínica ou do hospital e são criados modelos inteligentes que interpretam as patologias nas imagens. O resultado serve como um laudo automático inicial. “Essa tecnologia não substitui o médico, essa não é a intenção. O objetivo é dar maior produtividade para ele, já que existe uma fila enorme de exames para laudar. O sistema faz o laudo prévio e, se for detectado algum problema, o exame pode ser colocado no topo da prioridade e o médico pode olhar mais rapidamente e confirmar ou não o diagnóstico da solução”, explica Adrian Arnaud.

Segundo o sócio da Neurotech, os pacientes também têm ganho com o produto. “Na prática, os médicos têm assertividade acima de 90% nos diagnósticos por imagem. A inteligência vai servir como uma segunda opinião, é como se existisse um médico assistente analisando os resultados e a solução pode ajudar nessa checagem dupla”, afirma.

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