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Março 2019

Sexta, 22 Março 2019

Negociação virtual cresce e bancos expandem serviços para o consumidor
Sex, 22 de Março de 2019 11:18 NOTÍCIAS GERAIS

A negociação online para quitar dívidas de clientes e empresas avança em plataformas e aplicativos oferecidos pelos principais bancos do país: os acordos feitos de forma virtual já representam até 40%, em algumas instituições financeiras, do total. Pela estimativa do setor, as negociações online, entre este e o próximo ano, já deverão ultrapassar as presenciais, feitas nas agências.

A conveniência de dispensar o deslocamento a uma agência e a flexibilidade de horário estão entre as principais razões apontadas por especialistas para explicar o avanço das negociações de modo virtual, explica Fábio Moraes, diretor de Educação Profissional e Financeira da FEBRABAN. Outro fator é a maior discrição e privacidade no atendimento _ uma vez que não há o contato telefônico, eliminando-se, dessa forma, situações que possam causar constrangimentos.

“Com o celular usado em um número cada vez maior de transações e com a conveniência dos serviços digitais, em um prazo de um a dois anos, a negociação online deverá superar a física”, prevê o diretor da Federação. Atualmente, 35% das transações bancárias são feitas pelo mobile banking, de acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária. Se somado o internet banking, as operações eletrônicas totalizam 57%.

Independentemente da forma de negociação escolhida pelo consumidor _ se por meio do uso de plataformas ou presencialmente _ é importante ressaltar que os bancos têm políticas de monitoramento dos consumidores endividados, e adotam medidas preventivas e ações voltadas à orientação financeira. Também enviam ao cliente, se solicitado, documentos e demonstrativos que apresentem a evolução da dívida, para que possam entender a composição dos valores apresentados. Estas medidas estão previstas no Normativo de Tratamento e Negociação de Dívidas, lançado em agosto de 2017 pelo Sistema de Autorregulação Bancária da FEBRABAN.

Outro ponto de destaque do normativo de Autorregulação é o estímulo ao uso da plataforma “consumidor.gov.br” do Ministério da Justiça. A plataforma é hoje o principal instrumento usado nos mutirões de negociação de dívidas organizados pelos Procons de todo o país. E os números falam por si: em 2018 foram realizados 45 mutirões com índice de acordo próximo de 80%.

“O normativo amplia a transparência sobre os canais oferecidos para negociação de dívidas, tanto presenciais como eletrônicos. Também contribui para a reestruturação financeira do consumidor”, afirma Amaury Oliva, diretor de Autorregulação da FEBRABAN. A iniciativa é um esforço do setor para enfrentar proativamente um tema sensível, evitando que os conflitos exijam recurso aos órgãos de defesa do consumidor e à Justiça.

Plataformas de negociação

Os principais bancos brasileiros investem em plataformas de negociação online para se aproximar cada vez mais dos clientes endividados e facilitar o pagamento de débitos em atraso pelos canais digitais.

O Itaú Unibanco faz, até 31 de março, a campanha “Conte a sua história para a gente sair dessa com você”. O objetivo é incentivar o processo de revisão de dívidas pelos meios eletrônicos, o que inclui site, aplicativo e chat. “Os canais digitais são, atualmente, um meio de contato fundamental para os clientes que buscam colocar suas finanças em dia”, diz Adriano Pedroti, diretor de Crédito e Cobrança do Itaú Unibanco.

O número de renegociações efetivadas em canais digitais no banco cresceu 72% no ano passado, segundo os dados mais atualizados da instituição. Somente com o Feirão de Renegociação, feito pelo Itaú no último trimestre de 2018, a procura aumentou quase 30%, considerando centrais de atendimento, site, app e agências. O volume de acessos aos canais digitais por clientes em busca de renegociar dívidas teve um aumento de 27% durante a iniciativa.

O Portal Soluções de Dívidas, do Banco do Brasil, atingiu quase um milhão de acordos realizados e ultrapassou mais de R$ 10 bilhões renegociados, desde que foi criado em 2014 pela instituição até dezembro do ano passado. “A quantidade de acordos feitos pela plataforma cresceu 163% e o valor renegociado aumentou 179%, de janeiro de 2017 até agora”, afirma Simão Kovalski, diretor de Reestruturação de Ativos Operacionais do BB.

Considerados todos os acordos contratados em agências e em canais digitais, 40% das renegociações concretizadas pelo BB já são online. Desde o lançamento do portal, mais de 425 mil clientes já renegociaram suas dívidas pelo internet banking ou app.

Com o lançamento de seu Portal de Renegociação no ano passado, o Santander chegou a 30% de acordos feitos por meio de canais digitais. Em 2016, quando o banco iniciou o processo de recuperação de dívidas pelo internet banking e chat, o percentual era 3%. Um ano depois, com a possibilidade de negociar pelo mobile banking, havia subido para 11%. “Neste ano seguiremos investindo em soluções digitais para que possamos alcançar números ainda mais expressivos: 50% de participação no market share”, diz Paulo Cesar Mendes Oliveira, superintendente-executivo de Recuperação de Crédito do Santander Brasil.

Sob medida

“É possível compreender de forma rápida e eficaz o momento financeiro do cliente e oferecer negociações apropriadas à sua capacidade de pagamento”, ressalta Sebastián Duh, superintendente do Departamento de Recuperação de Créditos do Bradesco, ao destacar as prováveis razões para o crescimento dessa forma de negociar os débitos. 

Para o executivo, assim também se oferece ao cliente praticidade, comodidade e privacidade, facilitando o processo de negociação. O Bradesco também notou crescimento nas negociações virtuais, principalmente da realizada por meio do celular, que hoje representa 30% do total das negociações em canais digitais.

Já a média diária de acordos feitos nos meios digitais na Caixa foi seis vezes maior em 2018 em comparação ao período de novembro de 2016 - quando a operação foi criada no site- a janeiro de 2017. O número de acordos passou de 235 por dia para cerca de 1.550, segundo Julio Cesar Volpp Sierra, vice-presidente de Produtos de Varejo da Caixa.

O montante renegociado chegou a R$ 772 milhões no ano passado, com 567 mil acordos para pagamentos de débitos em atraso. “A negociação online tem aumentado a cada dia, mas a presencial, nas agências da Caixa, ainda é maior”, diz. “Os nossos clientes mudam o comportamento de forma gradativa para o canal online.”

Impactos

O atual cenário econômico torna ainda mais relevante a busca de serviços mais eficientes e que estimulem os consumidores a decisões mais conscientes, na hora de quitar as dívidas e recuperar o crédito.

O Brasil chegou, em 2018, a 62,6 milhões de brasileiros com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas, segundo dados do indicador de inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O número representa 41% da população adulta do país.

O vice-presidente da Caixa destaca que a instituição tem alcançado índices recordes de reversão da inadimplência nos últimos anos, com iniciativas que incluem a negociação online. Isso ocorre não só nos canais tradicionais – como autoatendimento (ATM), internet banking e mobile banking -, mas por novos meios. “O caminhão da adimplência percorre as cidades para proporcionar atendimento presencial ao cliente que quer negociar suas dívidas”, explica Sierra, da Caixa. Até junho, o caminhão estará em cidades de seis Estados – São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Sergipe, Rio Grande do Norte e Ceará.

Educação Financeira

As plataformas de negociação dos bancos também têm investido em conteúdo para internet que vai além das ferramentas para simular cálculos, valores, prazos e prestações. O motivo é simples: sabem que lições de educação financeira têm impacto na taxa de inadimplência. “Estão educando financeiramente e orientando as pessoas sobre como lidar melhor com o orçamento mensal”, afirma Fábio Moraes.

O portal Meu Bolso em Dia, da FEBRABAN, atua com o objetivo de oferecer conteúdo sobre finanças pessoais e ensinar a usar o crédito de maneira consciente para evitar o endividamento. Já acumula mais de 20 milhões de visitantes desde que foi lançado, em 2010.

Em julho passado, o Santander lançou a ferramenta “Meus Compromissos Financeiros”, no app da instituição, para o cliente verificar sua situação e agir de forma preventiva ao endividamento. O acesso já passa de 2 milhões por mês. “Esperamos redução na taxa de inadimplência por levar algo além para o cliente: educação financeira, ou seja, propiciando ferramentas que permitam, de forma preventiva, cuidar da vida financeira”, diz Mendes de Oliveira, superintendente do Santander.

Ainda neste semestre, o Banco do Brasil deve lançar melhorias em seu portal de renegociação para torná-lo mais simples e intuitivo. “Isso sem perder funcionalidades, como permitir o acesso de clientes que não possuem mais conta corrente ativa ou não se lembram de suas senhas”, diz Kovalski, diretor do banco.

Os programas e iniciativas das instituições financeiras para negociações online com seus clientes são tema da reportagem de capa da edição 79 da revista CIAB FEBRABAN divulgada hoje. A matéria completa pode ser lida neste link.

portal.febraban.org.br


No Dia do Consumidor, FEBRABAN lança selo para bancos com as melhores práticas do mercado
Sex, 22 de Março de 2019 11:16 NOTÍCIAS GERAIS

portal.febraban.org.br

No Dia Mundial do Consumidor, os usuários de serviços bancários no país ganham um selo de referência para escolher os bancos com as melhores práticas do mercado. A FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, lança, neste dia, seu novo selo de autorregulação para identificar os bancos mais comprometidos com regras de proteção ao consumidor.

Levantamento da FEBRABAN mostra que clientes de bancos associados ao sistema de autorregulação bancária têm bem menos motivos para reclamações. As queixas levadas por esses clientes aos Procons somam um terço das reclamações de usuários de outros bancos, quando se leva em conta a proporção entre a base de clientes de cada Instituição financeira e o volume de ocorrências registradas nos órgãos de defesa do consumidor.

Para receber o selo de boas práticas, a instituição financeira precisa ter 80% ou mais de adequação às regras de autorregulação. Dos 20 normativos que existem hoje, 14 estabelecem compromissos com padrões rigorosos ligados aos temas do dia a dia do cidadão, como abertura e encerramento de conta corrente, atendimento em agências, saques, oferta de crédito em meios remotos, crédito responsável, financiamento de veículos, entre outros.

A lista completa dos bancos que já receberam o selo está disponível no site da autorregulação bancária.  

Criada em 2008, a Autorregulação Bancária foi fruto do diálogo com os órgãos de defesa do consumidor e com o Banco Central, e tem por objetivos promover a concorrência saudável, incentivar as boas práticas de mercado e aumentar a transparência, em benefício do consumidor e de toda a sociedade. 

As pessoas podem contar com o apoio da autorregulação bem mais do que imaginam. Quando o cliente contrata crédito no caixa eletrônico ou no internet banking e uma tela de confirmação aparece antes da conclusão da operação para evitar a contratação por impulso, isto é autorregulação. A autorregulação também determina que os bancos, ao receberem demandas dos clientes pelo SAC ou pela ouvidoria, resolvam as reclamações antes do prazo legal. 

Toda vez que um consumidor decide encerrar sua conta corrente, ou mesmo se esquecer de encerrá-la, os bancos seguem um procedimento padronizado e não podem mais manter a cobrança de tarifas indefinidamente. Se a pessoa entra no cheque especial, recebe um alerta sobre o caráter emergencial da linha de crédito e o alerta para não usar o cheque por longos períodos. “Em todos esses casos, e em muitos outros a Autorregulação FEBRABAN está presente na vida do consumidor brasileiro”, afirma Amaury Oliva, diretor de Autorregulação da FEBRABAN. 

Ao longo dos últimos dez anos, a autorregulação bancária passou por diversas fases distintas, resultando em uma constante evolução do sistema, tanto para os consumidores quanto para os bancos. Na primeira fase, foram estabelecidos os primeiros compromissos do setor bancário com os órgãos de defesa do consumidor. A segunda etapa resultou na criação de mecanismos internos de governança, no monitoramento e supervisão do sistema. 

A terceira fase consistiu em ampliar a atuação da autorregulação bancária para temas além da relação de consumo, com a publicação de normativos sobre responsabilidade socioambiental, prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. A aprovação do novo Código de Conduta Ética e Autorregulação e a sua aplicação automática a todas as instituições financeiras associadas à FEBRABAN, a partir de 1º de janeiro de 2019, marca uma nova fase e reforça o compromisso do setor com a responsabilidade e a ética.


Reajuste de plano de saúde terá novo cálculo este ano
Sex, 22 de Março de 2019 11:14 NOTÍCIAS GERAIS

 FONTE: O Globo via Sindseg SP


O Globo informa que no ano passado, nove mil usuários de planos de saúde procuraram a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para se informar sobre reajustes de contratos individuais. Foi o ano em que os aumentos entraram na pauta da Justiça. O percentual anunciado de 10% foi suspenso e substituído por 5,72%. Mas a ANS conseguiu derrubar a decisão, mantendo os 10%.

Este ano, a metodologia para calcular o aumento dos contratos individuais vai mudar. Será baseada na variação de custos assistenciais dos planos, que vai compor 80% do reajuste. Os 20% restantes serão correspondentes ao IPCA, mas com o desconto da variação dos planos de saúde que já compõe o índice oficial de inflação, impedindo assim sobreposição de indicadores.

A nova fórmula de cálculo foi aprovada em dezembro.

-A característica principal da metodologia é a transparência. Todos os dados apresentados pelas operadoras serão publicados e postos à disposição também no site da agência. O primeiro reajuste com o novo cálculo sairá entre maio e junho – diz Rogério Scarabel, diretor da ANS.

Até o ano passado, o percentual dos planos individuais era determinado pela média dos reajustes dos coletivos.

-Incluir o IPCA é razoável, mas ter 80% do reajuste calculado com base na variação dos custos assistenciais é muito alto. Há inclusão de receitas por faixa etária e ganhos de eficiência. Mas é muito confuso, não vai ficar claro para o consumidor -diz Marco Antonio Araujo Junior, assessor-chefe do Procon-SP.

Para o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), que entrou na Justiça no ano passado para barrar o reajuste, faltaram simulações para comparar as duas fórmulas.

Para o diretor da ANS, no entanto, divulgar simulações poderia causar confusão.

– Na fórmula, há fator de ganho de eficiência das operadoras, reduzindo o percentual de reajuste. Todos os dados são auditados e todos serão publicados -acrescenta.

João Alceu Amoroso Lima, presidente da Fenasaúde, que reúne operadoras do setor, também não ficou satisfeito com a norma. Embora concorde com o uso dos custos assistenciais, reclama de outros parâmetros:

– Apesar de ter evoluído, a fórmula ainda é pouco transparente. Há mecanismos de produtividade e ganhos pouco claros.

Amoroso Lima diz que o ideal seria ter reajustes específicos para operadoras e regiões.

-Seria um grande progresso, iria capturar as variações por produtos, regiões, redes.

São oito milhões de beneficiários atingidos pelo reajuste estipulado pela ANS, ou 17% do total do mercado. Desde 2015, esses planos têm sofrido reajustes acima de 10%. Em 2015, 2016 e 2017, o índice foi de 13,5%. Nos planos coletivos (como os oferecidos por empresas a seus empregados ), o reajuste é negociado livremente. Há 40 milhões de usuários no país nesses contratos.


Seguro Auto: Entenda o que acontece com os carros alagados em pátios de concessionárias
Sex, 22 de Março de 2019 11:14 NOTÍCIAS GERAIS

FONTE: CQCS | Sueli Santos


As chuvas deste ano deixaram muito estrago por onde passou, principalmente em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro onde a força das águas levou morte, destruição e deixou muito prejuízo.

As imagens na TV mostraram o tamanho do prejuízo com carros no meio da enchente, casas alagadas, bares e restaurantes que perderam seu estoque e lojas que perderam seus produtos. Alguns desses pontos de comércio era concessionárias que tiveram os veículos expostos para venda danificados. O que acontece em casos assim quando veículos zero quilômetro são atingidos por enchente dentro da concessionária?

Em entrevista ao site Quatro Rodas, Sidney Cezarino, diretor de riscos da Tokio Marine, explicou ser possível que o estabelecimento tenha proteção para esses imprevistos. Segundo ele, no seguro empresarial há uma cobertura que mediante uma criteriosa análise caso a caso, pode incluir uma extensão para danos causados por alagamentos. Esse tipo de cobertura pode, inclusive, incluir carros deixados por cliente em consignação, quando a concessionária não é proprietária do veículo.

O executivo disse ainda que podem ser adotadas algumas ações de gerenciamento como estudo da disposição dos veículos nos pátios, descentralização/limitação de número de veículos nos pátios, plano de contingência para movimentação emergencial dos veículos, colocação e obstáculos a entrada de água.


Seguradora inova e lança serviço inédito
Sex, 22 de Março de 2019 11:13 NOTÍCIAS GERAIS

 FONTE: CQCS | Ivan Netto


Funcionalidade é inédita no mercado segurador e oferece mais conveniência e segurança ao cliente

A SulAmérica acaba de apresentar uma função inovadora no aplicativo SulAmérica Saúde: a biometria facial para acessar a plataforma. A companhia é a primeira do mercado a adotar a tecnologia com essa finalidade e, assim, garantir a segurança das informações de seus clientes.

A biometria facial consegue reconhecer o rosto do segurado, independentemente do uso de óculos ou barba, por exemplo. Para utilizar a nova funcionalidade, é necessário possuir a versão mais recente do app. A novidade já está disponível para alguns clientes e o mais breve possível será expandida para todos os segurados da SulAmérica Saúde.

“Pensamos na tecnologia como uma aliada para surpreender o cliente e facilitar seu cotidiano. Temos disponibilizado soluções pioneiras em nossos aplicativos e hoje podemos dizer que os segurados de Saúde contam com um dos apps mais completos e inovadores do mercado”, afirma o vice-presidente de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

O aplicativo SulAmérica Saúde oferece serviços de atendimento ao cliente via chat através de tecnologias disruptivas de inteligência artificial e cognitiva, além do atendimento ao cliente via chat e de solicitação de reembolso para consultas de até R$ 1 mil, que pode ser feito através do envio de uma foto do recibo, que pode ser feita com a câmera do smartphone. Por outro lado, com o serviço Médico em Casa, o app permite agendar consultas médicas em domicílio para crianças de até 12 anos e segurados a partir de 65 anos em 19 cidades brasileiras.

“Com o acesso por biometria facial, nosso aplicativo transforma a experiência do usuário, tornando o processo de acesso a informações sobre os produtos da SulAmérica ainda mais fácil e dinâmico. Isso, sem dúvidas, agrega valor aos nossos serviços, algo que se reflete na satisfação dos clientes em relação à companhia”, explica o vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes.


Seguradoras estimam que indenizações a produtores que tiveram perdas se aproxima de R$ 1 bilhão
Sex, 22 de Março de 2019 11:13 NOTÍCIAS GERAIS

FONTE: Notícias Agrícolas


Valor estimado pelo mercado compreende apólices contratadas na safra de verão 2018/2019

O valor previsto por seguradoras para o pagamento de indenizações relativas a sinistros no seguro rural contratadas na safra de verão 2018/2019 é estimado em R$ 995 milhões. As indenizações se devem a perdas nas lavouras de soja em função da seca, principalmente nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Mas ocorreram perdas também no Rio Grande do Sul, São Paulo e na Bahia. “No caso específico do Rio Grande do Sul ocorreram perdas também com arroz com indenizações estimadas até o momento em R$ 60 milhões”, de acordo com o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Pedro Loyola.

Parte das apólices de seguro rural contratadas pelos produtores são pagas com apoio financeiro do governo federal, por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), lembrou o diretor. “O seguro é um mecanismo fundamental para a gestão de riscos da atividade agrícola e esses valores elevados de indenizações pagas pelo mercado de seguros demonstra a importância do PSR ao fomentar a utilização desse instrumento pelos produtores”.

“Essa política pública de incentivo se torna vantajosa, na medida em que ocorre a transferência do risco da atividade para o setor privado, evitando, assim, eventuais pedidos de renegociação ou alongamento de financiamentos no futuro, caso o produtor tenha prejuízos em decorrência de sinistros ocorridos durante a safra”, afirmou.


Seguradora amplia formas de pagamento para a carteira de automóvel
Sex, 22 de Março de 2019 11:12 NOTÍCIAS GERAIS

 FONTE: CQCS | Ivan Netto

Os clientes da Tokio Marine podem, agora, optar pelo parcelamento em 12 vezes sem juros no cartão de crédito no pagamento de Seguros de Automóvel. Isso porque a seguradora ampliou as formas de pagamento para a carteira, que contempla entre os principais produtos: Tokio Marine Auto, Tokio Marine Auto Clássico, Auto Roubo+Rastreador, Tokio Marine Auto Popular, Tokio Marine Caminhão e Auto Frota.

A novidade é especialmente atrativa para o mercado do produto Auto Popular, no qual a companhia é líder no segmento, com 75% de market share. A Tokio Marine é a primeira Seguradora a disponibilizar essa forma inédita de pagamento aos seus clientes e é também a única que oferece essa modalidade de seguro em todo o território nacional.

“Com mais essa opção de parcelamento, nossa intenção foi criar um conceito de mensalidade para que o consumidor possa encaixar ainda melhor o valor do seguro em seu orçamento. Vemos, portanto, de forma muito otimista as oportunidades de geração de negócios com mais esta facilidade”, explica o Diretor Luiz Padial de Automóvel da Tokio Marine.

Mercado

De acordo com dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), o mercado de carros seminovos e usados registrou alta nos dois primeiros meses de 2019, com crescimento de vendas de 7,1%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

“Quando olhamos para o segmento de seminovos, o nosso crescimento foi de 12,9% no primeiro bimestre de 2019, em decorrência de nosso amplo portfólio, principalmente nos produtos cujo apelo de preço é maior, como o Auto Popular. Em 2017, por exemplo, primeiro ano de comercialização do produto, 90% das contratações foram feitas por Clientes que antes não haviam tido a oportunidade de adquirir um Seguro. Isto também é reflexo da alta deste mercado”, comenta Padial.

Com foco em veículos com mais de cinco anos, o Tokio Marine Auto Popular inclui cobertura inicial de colisão e incêndio, para danos totais ou parciais, e assistência 24 horas completa. O diferencial do Tokio Marine Auto Popular é a possibilidade de reparos com peças novas compatíveis para itens que não sejam de segurança, o que viabiliza um preço significativamente mais competitivo. Para o caso de inexistência de uma peça nova compatível, o conserto será feito com as mesmas utilizadas no seguro tradicional, assim como é feito com os itens de segurança.

O produto já contempla 107 modelos de veículos, contabilizando mais de 2 mil versões. A modalidade é uma das quatro que a Seguradora oferece para veículos de passeio na mesma base de cálculo, mais um dos diferenciais dos Produtos da carteira de Auto. Em 2018, o ramo de Automóvel da Tokio Marine registrou alta de 8,4%, contra uma expansão de 3,2% do segmento, mantendo o histórico da Seguradora de crescer mais que a média de mercado.


VIVO INTEGRA CENTRO DE SEGURANÇA DO BRASIL A REDE MUNDIAL DE SOCS DA TELEFÓNICA
Sex, 22 de Março de 2019 11:11 NOTÍCIAS GERAIS


 


Operadora começa a vender no país soluções criadas pela Elevenpaths, braço de cibersegurança do grupo Telefónica, em busca da liderança no mercado de serviços gerenciados.

TELESINTESE

A Vivo anunciou hoje, 14, a chegada da Elevenpaths ao país. A unidade fará parte da divisão B2B da subsidiária brasileira e vai ampliar o portfólio de produtos e serviços de cibersegurança da operadora. Além de trazer novos produtos, a chegada da marca representa a interconexão do Centro de Operações de Segurança (SoC) local da Telefônica à rede mundial do grupo, composta por mais 10 unidades.

Com a integração do SoC brasileiro, a operação da Vivo passa a fazer parte das alianças Cyber Threat e Telco Security, em que grandes operadoras globais trabalham em conjunto para identificar e prevenir ameaças. A tele vai ser um braço da oferta global do grupo espanhol em cibersegurança.

A meta também é fazer a Vivo crescer no segmento de serviços gerenciados. Hoje a empresa é a quinta colocada em market share desse mercado, e espera alcançar a liderança em pouco tempo. A expectativa de Alex Salgado, vice-presidente de B2B da Vivo, é atrair parte dos 1,2 mil clientes corporativos que atualmente já recorrem a produtos de sua divisão para as ofertas de cibersegurança.

Entram no portfólio de produtos e serviços o paintest, que permite verificar a robustez de uma rede, e o gerenciamento de serviços para adequar uma empresa às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – que tem exigências similares à GDPR europeia.

IA COM CERTEZA, BLOCKCHAIN EM DÚVIDA

A Elevenpaths era uma empresa de segurança digital fundada pelo hacker Chema Alonso. Em 2013 foi incorporada pelo grupo espanhol Telefónica, transformando-se na marca de cibersegurança da companhia em todo o mundo. Os produtos já eram vendidos nos outros mercados da América Latina onde a operadora atua. O Brasil foi o último mercado onde chegou.

A unidade de negócio é responsável por 10% das patentes do grupo de telecomunicações, mas não há previsão de criação no Brasil de um centro de pesquisas – este continuará na Espanha. Segundo Chema Alonso, a maioria dos produtos da Elevenpaths é proprietária. Atualmente, sua equipe desenvolve soluções que usem machine learning e inteligência artificial e estuda o blockchain.

“Há ainda muita discussão sobre o uso do blockchain em segurança por conta de riscos de manipulação da rede do blockchain ou da latência que o conceito carrega. Os pesquisadores estão em dúvida sobre sua robustez e escalabilidade”, disse por teleconferência durante evento em São Paulo.


TANURE AUMENTA PARTICIPAÇÃO NO CONTROLADOR PORTUGUÊS DA OI
Sex, 22 de Março de 2019 11:10 NOTÍCIAS GERAIS

O veículo de Tanure, Blackhill Holding, e a High Bridge adquirem parte das ações da Adar Capital Partners.

O empresário brasileiro Nelson Tanure aumentou sua participação na Pharol, um dos controladores da brasileira Oi, que, mesmo após a diluição do capital, detém 5,51% das ações ordinárias da concessionária brasileira.

Conforme comunicado na CMVM desta terça-feira, Nelson Tanure, que também é administrador da Pharol, refoçou a sua posição na empresa através da sociedade Blackhill Holding Ltda.   Esta holding, com sede em Malta, que detinha 4,83% da Pharol, controla agora 6,31% do capital da empresa portuguesa, informa o noticiário português.

Também aumentou a sua participação a High Bridge Unipessoal. Essa empresa comprou em 2017 6,17% da participação da BCP e agora passou a deter 9,99% da Pharol. Torna-se o segunda maior acionista da Pharol, ficando apenas atrás da Telemar Norte Leste, que detém 10%.

Os dois grupos compraram participação do fundo Adar Capital Partners, que detinha 10,29% da empresa e agora diminui sua participação para 4,8%. Essa movimentação e outras que virão acontece porque a concretização do Plano de Recuperação Judicial da empresa está para acontecer e com ele os novos posicionamentos futuros da companhia.  (com agências internacionais).

Última atualização ( Sex, 22 de Março de 2019 11:12 )

MERCADO LIVRE VAI CAPTAR US$ 1,8 BI, COM PAY PAL NA PARCERIA
Sex, 22 de Março de 2019 11:09 NOTÍCIAS GERAIS

 

O site de comércio eletrônico Mercado Livre anunciou na noite que fará uma oferta de ações de US$ 1 bilhão. Outros US$ 150 milhões poderão ser captados como opção de compra pelo prazo de 30 dias.

Mas uma parcela de outros US$ 700 milhões em ações já tem comprador: a gigante de pagamentos PayPal, e a Dragoneer Investment Group vai comprar US$ 100 milhões em ações preferenciais perpétuas e conversíveis da série A. Essas duas aquisições estão condicionadas à IPO anunciada hoje.

Os papéis da companhia, que tem sede na Argentina mas tem a maior parte das receitas no Brasil, são listados na americana Nasdaq.

A oferta foi feita na SEC (a CVM)norte-americana, ainda não tem data de venda, nem uma faixa indicativa de preço. Em 12 meses, os papeis estão com alta de 18,38%, a preços de US$ 481,12.

A empresa pretende usar os recursos para ampliar a sua plataforma de e-commerce, e caminhar para virar uma provedora de soluções financeiras e de pagamentos.  (com agências internacionais).


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