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Fevereiro 2019

Sexta, 15 Fevereiro 2019

Projetando o futuro: Corretor aplica tecnologia usada por grandes seguradoras
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:24 NOTÍCIAS GERAIS

FONTE: CQCS | Ivan Netto


Se os grandes podem, por que os pequenos não? A provocação é do corretor de seguros Delio Reis, da Cia do Seguro, de Salvador, Bahia. O empreendedor se refere ao uso de inteligência artificial, machine learning ou big data para melhorar a experiência do cliente e acelerar os procedimentos internos.

No ano passado, após participar do CQCS Insurtech & Inovação, ele contratou um serviço de chatbot (programa de computador que faz o que é programado, simulando uma conversa humana em um chat). Dessa forma, conseguiu automatizar tarefas repetitivas e burocráticas, como dúvidas frequentes, na forma de diálogo pré-definido entre o usuário e um “robô”.

“Olhamos para frente e percebemos que, se não nos próximos dois anos, com certeza essa mudança será um item básico nos próximos dez anos – e resolvemos agir para não ficar para trás. Os últimos meses têm sido de muito aprendizado, para nós e para TAI. Mas temos a confiança de que tomar decisões para atender melhor nossos clientes é sempre um bom investimento”, afirma.

Ele explica, no entanto, que trata-se de uma jornada complexa, de constante aprendizado, mas define a inovação como “um processo lindo”. 

“Você se sente pisando no futuro. E não é porque a gente é pequeno que não podemos utilizar as mesmas ferramentas que os grandes usam”, ensina.


Câmara arquiva nove projetos sobre seguros
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:23 NOTÍCIAS GERAIS


 

FONTE: CQCS


A Câmara dos Deputados arquivou, nesta sexta-feira (1º de fevereiro), nove projetos de lei de interesse direto do mercado de seguros. Entre as propostas arquivadas estão projetos sobre o seguro DPVAt, o Simples, o prazo para pagamento de indenizações e o seguro ambiental, entre outros.

O arquivamento seguiu o Regimento Interno da Câmara, cujo artigo 105 estabelece que “finda a legislatura, serão arquivadas todas as proposições que ainda se encontrem em tramitação”.

Contudo, alguns deles ainda podem voltar a tramitar em breve.

Qualquer proposição poderá ser desarquivada mediante requerimento do autor ou autores, dentro dos primeiros 180 dias da primeira sessão legislativa ordinária da legislatura subsequente, retomando a tramitação desde o estágio em que se encontrava.

Isso significa que o pedido de desarquivamento deverá ser feito até agosto deste ano.

Os projetos arquivados são os seguintes:

PL-00046/2003 – Altera o Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, fixando prazo máximo para pagamento de indenização de sinistros por parte das sociedades seguradoras e estabelecendo a multa aplicável no caso de seu descumprimento e dá outras providências.

PL-00356/2003 – Introduz o art. 84 e renumera os demais artigos do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966.

PL-00403/2003 – Altera o Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, fixando prazo máximo para pagamento de indenização de sinistros por parte das sociedades seguradoras e estabelecendo a multa aplicável no caso de seu descumprimento.

PL-00687/2003 – Altera o Seguro Obrigatório DPVAT de que trata a Lei nº 6.194, de 19 de dezembro de 1974.

PL-00920/2003 – Dispõe sobre a obrigatoriedade de cobertura de seguro de acidentes pessoais coletivos em eventos de qualquer natureza com cobrança de ingresso.

PL-00937/2003 – Altera a Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, prevendo o seguro de responsabilidade civil por dano ambiental, e dá outras providências.

PL-00947/2003 – Altera o Seguro Obrigatorio DPVAT de que trata a Lei nº 6.194, de 19 de dezembro de 1974.

PLP-00004/2011 – Altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, que institui o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte-Simples Nacional

PL-04844/2012 – Altera o art. 53 do Código Civil para permitir aos transportadores de pessoas ou cargas organizarem-se em associação de direitos e obrigações recíprocas para criar fundo próprio, desde que seus recursos sejam destinados exclusivamente à prevenção e reparação de danos ocasionados aos seus veículos por furto, acidente, incêndio, entre outros.


Saiba quais cuidados é preciso ter na hora comprar uma corretora de seguros
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:23 NOTÍCIAS GERAIS

 FONTE: CQCS I Ivan Netto

Em entrevista ao CQCS, Carlos Valle, presidente do Sincor-PE e Dorival Alves, Vice-presidente da Fenacor falaram sobre os cuidados de adquirir uma Corretora.

 

Não é tarefa fácil adquirir uma corretora de seguros ou mesmo a carteira de clientes de uma corretora. Em um mercado com baixo número de aquisições, optar pelo caminho mais rápido pode não ser uma boa alternativa. Pelo menos é o que sustenta Carlos Valle, presidente do Sincor-PE e diretor da Valle Corretora, localizada em Recife.

 

“É muito delicado, porque é um mercado com poucas aquisições. Quando você compra uma corretora de seguros, você não está comprando uma carteira de clientes, e sim uma empresa que tem um programa, um mercado”, pondera o dirigente.

 

Na mesma linha, o advogado, corretor de seguros e Vice-presidente da Fenacor, Dorival Alves de Sousa, define a comercialização de uma carteira de seguros como “uma situação bastante delicada”.

 

“Primeiro é preciso existir confiança entre comprador e vendedor. Depois, é fundamental tentar descobrir o motivo que a pessoa está vendendo, se está saindo do mercado ou coisa parecida”, analisa.

 

Valle concorda e enfatiza: “A primeira coisa a fazer é realmente entender por que a pessoa está querendo vender. Sem dúvidas, é importante entender o seu objetivo ao comprar uma carteira de clientes ou mesmo uma corretora, e, claro, saber por que a pessoa está vendendo”, ensina.

 

O presidente do Sincor-PE lembra que, nestes cados, é preciso conhecer o perfil dos clientes da corretora, os segmentos em que a empresa atua e se é especializada em algum ramo.

 

“Outro ponto é descobrir se quem está vendendo quer continuar no setor ou não. Imagina se eu compro uma corretora de uma pessoa e ela continua trabalhando com seguro? O risco de eu perder os clientes é grande”, adverte.


AM Best Afirma Ratings da Austral Resseguradora S.A. e Austral Seguradora S.A.
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:22 NOTÍCIAS GERAIS

FONTE: Terra via Revista Cobertura


A AM Best afirmou o Rating de Força Financeira (FSR) B++ (Bom) e a Classificação (Rating) de Crédito de Longo Prazo do Emissor ‘bbb+’ da Austral Resseguradora S.A. (Austral Re) e Austral Seguradora S.A. (Austral Seg). A perspectiva é está Terra via Revista Cobertura vel para ambos os Ratings de Crédito (Ratings). Ambas as companhias são domiciliadas no Brasil e coletivamente denominadas Austral.

As classificações de crédito refletem a solidez do balanço patrimonial da Austral, categorizado pela AM Best como muito forte, bem como desempenho operacional adequado, perfil empresarial neutro e gestão de risco da empresa apropriada.

A Austral Re é registrada como resseguradora local no Brasil, o que a posiciona para melhor acesso a negócios quando comparada com resseguradoras licenciadas no país como admitidas ou eventuais. As operações da Austral Re concentram-se em áreas de alto crescimento, tais como vida, saúde, patrimonial, automóvel e garantias, enquanto a Austral Seg subscreve, principalmente, óleo e gás, cascos marítimos, garantias e DPVAT. Adicionalmente, a Austral iniciou um amplo programa de gerenciamento de riscos, enquanto mantem sólida estratégia de retrocessão para proteção do capital e mitigação de riscos. O grupo continua a construir um perfil de negócios como um player ágil e capaz de oferecer soluções variadas em (re)seguros.

Parcialmente compensando os fatores positivos de rating acima, temos um mercado de (re)seguros altamente competitivo no Brasil, com (re)seguradoras domésticas e globais continuando a disputar fatia de mercado. Além das difíceis condições de mercado, a Austral também enfrenta, a médio e longo prazo, desafios macroeconômicos significativos no país. O programa de resseguros do grupo é usualmente estabelecido junto a contrapartes com ratings elevados, pois é dependente de resseguro para prover capacidade adicional no mercado.

A AM Best continuará a acompanhar o desempenho operacional da Austral, bem como sua capitalização ajustada ao risco, a execução do seu plano de negócios e seu programa de gerenciamento de riscos. Fatores que podem impactar positivamente o rating incluem tendência muito forte e continuada de capital ajustado ao risco, resultados superiores em relação aos seus pares no médio prazo e reconhecimento forte da marca no Brasil e em mercados nos quais a companhia atua. Fatores que podem impactar negativamente o rating incluem resultados operacionais fracos em relação aos seus pares, sinistralidade elevada, piora significativa da economia brasileira ou um rebaixamento do rating soberano com impacto negativo no grupo, ou declínio material do capital ajustado ao risco.

Este comunicado de imprensa refere-se às classificações de crédito que foram publicadas no website da AM Best. Para todas as informações deste comunicado à imprensa e as suas divulgações relevantes, incluindo os dados do escritório responsável pela emissão de cada uma das classificações individuais referenciadas neste comunicado, por favor visite a página de atividade recente de Rating da AM Best. Para obter demais informações sobre o uso e as limitações das opiniões sobre classificação de crédito, por favor, visite Como Entender as Classificações de Crédito da Best. Para obter informações sobre o uso correto de mídias dos Ratings de Crédito e comunicados de imprensa da AM Best, por favor consulte o Guia de Mídia – Uso Adequado dos Ratings de Crédito e Comunicados de Imprensa das Ações de Rating da AM Best.

A AM Best é uma agência de classificação global e provedora de informações com um foco exclusivo na indústria de seguros. Visite www.ambest.com para mais informações.

Direitos Autorais © 2019 pela A.M. Best Rating Services, Inc. e/ou os seus afiliados.


Seguro de vida personalizado é tendência no mercado brasileiro
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:22 NOTÍCIAS GERAIS

FONTE: Portal InfoMoney via Sindseg SP


Seguro de vida individual personalizado possibilita adequar a proteção baseada nas necessidades de cada cliente

O portal Infomoney publica que, quem decide montar um planejamento financeiro por meio de uma carteira de investimentos encontra diversos fundos e diferentes produtos, conseguindo personalizar sua carteira de acordo com suas necessidades e estilo de vida. O que muitos não sabem é que, na hora de escolher um seguro de vida, a mesma lógica pode ser utilizada.

O seguro de vida individual personalizado possibilita adequar a proteção baseada nas necessidades de cada cliente e a cada momento de suas vidas, pagando o mesmo valor do seguro do início ao fim da vigência, sofrendo apenas atualização monetária – ou seja, não há ajuste financeiro por idade. “É uma modalidade que vem crescendo no país, onde o mais importante é entender e compreender o que o cliente precisa e aliar às coberturas possíveis”, explica Patrícia Gomes, sócia da Praisce Corretora de Seguros.

Segundo ela, a contratação desse tipo de produto, alinhado ao estilo de vida do cliente, é a estratégia ideal de um planejamento financeiro adequado. “Nesse tipo de contratação, o cliente pode explicar suas necessidades atuais e futuras, seu padrão de vida e tudo mais que o rodeia para obter uma cobertura que atenda perfeitamente o que ele precisa. A personalização do seguro de vida individual no Brasil é uma tendência”, afirma Gomes.

Você define o que quer

Se você se interessou, mas não sabe por onde começar, algumas dúvidas podem surgir. Com qual idade posso contratar um seguro de vida? O que devo levar em consideração?

Gomes explica que a partir dos 14 anos já é possível contratar esse tipo de produto, indo até 75 anos. “No entanto, a idade em que as pessoas mais procuram seguro de vida é entre 30 e 35 anos, quando estão construindo uma família, já têm algum patrimônio e querem se proteger. É uma fase em que se amadurece bastante e o medo de não estar presente para a família surge com mais força”, explica Gomes.

É um erro pensar que o seguro de vida é usado somente em caso de morte. Em qualquer uma das idades é possível usar o seguro de vida na ocorrência de diversos eventos.

Há opções que incluem coberturas para situações como internações hospitalares, diagnósticos de determinadas doenças graves e até mesmo em casos de invalidez, entre outros.

Para contratar um seguro de vida, basta entrar em contato com um corretor. Vale dizer que a insegurança de boa parte das pessoas vem do receio de não receber a cobertura que pagou a vida inteira quando mais precisar. Por isso, contratar planos em boas seguradoras faz diferença. A Prudential Brasil, por exemplo, tem uma média de pagamento de benefício de 7 dias, após entrega de toda a documentação, e ainda oferece várias opções para o cliente entender em quais situações da sua vida precisam de mais proteção ou auxílio.

“Seguro de vida é muito pessoal. É composto do planejamento de vida de cada um. Por isso é muito importante entender quais são as suas prioridades e pesquisar os produtos que uma seguradora de confiança oferece”, diz Gomes.


Resultado de seguros do Bradesco cresce 13,1% e soma R$ 2,119 bi no 4º tri
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:21 NOTÍCIAS GERAIS

 

FONTE: IstoÉ


O resultado de seguros do Bradesco somou R$ 2,119 bilhões no quarto trimestre, cifra 13,1% maior em um ano, quando estava em R$ 1,873 bilhão. Ante o terceiro trimestre, cresceu 6,0%.

No ano de 2018, o resultado de seguros do Bradesco somou R$ 7,838 bilhões, incremento de 15,4% ante 2017, quando foi de R$ 6,792 bilhões.

O lucro líquido da seguradora do banco, a Bradesco Seguros, somou R$ 1,782 bilhão no quarto trimestre, cifra 26,7% maior em um ano e 21,9% superior no comparativo trimestral. No exercício de 2018, o resultado foi 15,4% maior, para R$ 6,389 bilhões.

Com tal desempenho, a participação de seguros no resultado do Bradesco chegou a 30,6% no quarto trimestre do ano passado, elevando o peso visto no trimestre anterior, de 26,7%, e também um ano antes, quando ficou em 28,9%. No ano de 2018, a Bradesco Seguros respondeu por 29,6% do lucro líquido recorrente do banco ante 29,1% em 2017.

O índice combinado da seguradora, que mede a eficiência operacional, ficou em 80,8% no quarto trimestre ante 84,1% no terceiro. Há um ano, estava em 86,1%. Neste caso, quanto menor melhor. Acima dos 100% indica prejuízo da operação.

Os prêmios de seguros foram a R$ 19,187 bilhões no quarto trimestre, queda de 9,5% ante um ano. Na comparação com os três meses anteriores, foi visto aumento de 9,1%.

Em 2018, os prêmios de seguros somaram R$ 72,568 bilhões, recuo de 4,9% ante 2017. O desempenho ficou abaixo do esperado uma vez que o banco havia sinalizado ao mercado alta de 2% a 6% no ano passado.

Para 2019, o Bradesco fez uma mudança no seu guidance de seguros. Passou a projetar o resultado das operações securitárias e não mais os prêmios de seguros como sempre fez. Para essa linha, projeta avanço de 5% a 9% neste ano.

A Bradesco Seguros fechou o ano com 52.160 segurados, abaixo do quadro de setembro, que somava 52.394 clientes.

Receita de prestação de serviços

As receitas com prestação de serviços do Bradesco somaram R$ 8,384 bilhões no quarto trimestre do ano passado, elevação de 4,0% ante um ano. No comparativo trimestral, os ganhos foram 3,9% maiores.

Segundo o banco, as receitas de prestação de serviços apresentaram evolução em praticamente todas as linhas, com destaque para conta corrente, operações de crédito, cartões, consórcios e custódia e corretagens. “A performance está relacionada ao aumento do volume de operações, refletindo a maior oferta de produtos e serviços aos clientes e aos ganhos de sinergia que capturamos com a aquisição do HSBC Brasil”, acrescenta a instituição, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras.

Em 2018, as receitas de serviços do Bradesco totalizaram R$ 32,406 bilhões, aumento de 5,2% ante 2017. Com tal desempenho, o banco cumpriu seu guidance, que sinalizava aumento de 4% a 8% no ano passado. Para 2019, o Bradesco espera crescimento de 3% a 7% nas receitas de serviços.


JUSTIÇA MANDA ANATEL EXIGIR LICENÇA AMBIENTAL PARA AUTORIZAR ANTENA
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:20 NOTÍCIAS GERAIS

TELESINTESE

A instalação de antenas no país, que já é uma tarefa complicada, ganha mais um obstáculo. A Justiça Federal determinou a Anatel que passe a exigir a licença ambiental das estações de telecomunicação. A decisão, expedida sob tutela de urgência, determina também que a agência condicione qualquer tipo de autorização de funcionamento das estações ao licenciamento ambiental.

A decisão saiu em função de ação civil pública, interposta pelo Ministério Público Federal de Sergipe. A determinação já está valendo, mas o processo ainda não foi encerrado. Uma audiência de conciliação entre a Anatel e o MPF está marcada para acontecer no mês de março. Até lá, a Anatel está sujeita a multa, caso descumpra a determinação, de R$ 1 mil para cada liberação expedida pelo órgão que não passe por licenciamento ambiental.

A determinação da justiça se baseou principalmente nos supostos  impactos causados pelos campos eletromagnéticos, provenientes das estações de telecomunicação, à saúde humana. Na decisão, a juíza Telma Machado cita as ressalvas que a Organização Mundial da Saúde (OMS) coloca para esse tipo de empreendimento, referência para a lei nº 11.934, que regula a exposição humana aos campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos.


ANATEL LANÇARÁ VERSÃO MÓVEL DE APLICATIVO PARA COMPARAR PREÇOS E PRODUTOS
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:19 NOTÍCIAS GERAIS

TELESINTESE

 

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) lançará daqui a dez meses um aplicativo móvel para a comparação de preços e serviços de telecomunicações. Será a versão para celular do Aplicativo Anatel Comparador, que será aberta a todos os usuários. A ferramenta reúne os detalhes, preços e recursos de todos os planos móveis de todas as operadoras.

O anúncio foi feito hoje, 7, pelo conselheiro Moisés Moreira, após a aprovação de resolução que cria o grupo de trabalho (GT) para aperfeiçoar a ferramenta. O grupo de trabalho vai coordenar, definir e acompanhar manutenção, padronizar aspectos técnicos, operacionais e de interface; especificar evoluções; padronizar, atualizar e evoluir base de ofertas e dirimir conflitos. Pela resolução, as operadoras Claro, Oi, Vivo e TIM deverão obrigatoriamente enviar as informações sobre seus produtos para o app da Anatel.

As pequenas operadoras também poderão participar espontaneamente.  Segundo o conselheiro, no GT haverá ainda a participação de representantes dos usuários.

“Haverá transparência e empoderamento dos usuários”, disse o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais. Ele afirmou também que a Anatel tem estudado medidas para aferir a qualidade do serviço e divulgar o desempenho das prestadoras a partir do ano que vem.

Também vão participar do grupo as superintendências do Consumidor, da Gestão Interna da Informação, Competição e Relações com Consumidores, além das assessorias Técnica e Parlamentar e de Comunicação. O Anatel Comparador foi lançado em julho do ano passado como forma de testar o mecanismo.

DIREITOS DIFUSOS

Para os conselheiros, a iniciativa trará maior transparência sobre as ofertas do mercado de telecomunicações e vai tornar mais fácil e acessível a informação ao consumidor. Para eles, o app será capaz de influenciar a competição entre as empresas.

O aplicativo é o primeiro projeto do setor financiado pelo Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), que é gerido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O FDD tem por finalidade a reparação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico, paisagístico, por infração à ordem econômica e a outros interesses difusos e coletivos.


Seguros gerais ganham fôlego com recuperação da economia
Sex, 15 de Fevereiro de 2019 14:18 NOTÍCIAS GERAIS

O segmento de seguros gerais, que abrange riscos ao patrimônio e responsabilidades, tem pela frente um ano dos mais promissores. Formado por 13 grupos e cerca de 90 ramos, deve se beneficiar do crescimento da economia e registrar uma expansão entre 6% e 8%, conforme projeções recentes divulgadas pela CNseg. Somente em 2018, esse segmento retornou à sociedade cerca de R$ 33 bilhões em indenizações no acumulado de janeiro a novembro.

Entre os ramos que mais se destacam, está o Automóvel, que responde por 47% dos prêmios no segmento e tende a ganhar espaço com o crescimento da economia e a expansão do crédito para aquisição de veículos. Outros destaques são os seguros de Riscos Cibernéticos e o de Responsabilidades, principalmente o D&O, que protege executivos e gestores de empresas. As carteiras de seguro Residencial e Condomínio também estarão em evidência, assim como o Seguro Rural e os ligados à infraestrutura.

Já a carteira de Transportes deve se beneficiar de novas regulações aprovadas pela Susep. Segundo resolução publicada em junho de 2018, empresas de transporte de cargas e embarcadores assumem a obrigação de averbar, junto à seguradora, todos os embarques antes da saída do veículo transportador.

Esses documentos devem ser emitidos em sequência numérica, mediante a transmissão eletrônica do arquivo do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe). Após a averbação do seguro da carga, nos casos em que for obrigatória a emissão do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) para viagens interestaduais, o segurado deverá efetuar a entrega do arquivo completo desse documento, também em sequência numérica e antes do início da viagem.

Segundo o presidente eleito da FenSeg, Antonio Trindade, que assumiu o mandato na quinta-feira (7), a entidade vai manter a linha de gestão dos presidentes anteriores, destacando as seguintes prioridades para este ano.

  • Combate à atividade irregular de comercialização de seguros;
  • Desenvolvimento dos seguros relacionados à infraestrutura, concessões e privatizações, como os seguros de garantia de obrigações contratuais, patrimoniais e riscos de engenharia;
  • Incentivo ao ramo Automóvel, principal carteira de seguros gerais, no desenvolvimento de novos produtos como o Auto Popular e seguros intermitentes.

“A FenSeg acredita na recuperação gradativa da atividade econômica, apoiada em taxas de câmbio e Selic estáveis, e na reconquista de postos de trabalho. Esse cenário beneficia o segmento de seguros gerais, considerando uma previsão de crescimento do PIB de 2,5% este ano”, explica Trindade.

Antonio Trindade

Graduado em Administração de Empresas, Antonio Trindade tem MBA pelo Instituto Europeu de Administração de Empresas (Insead), na França. Atua há 40 anos no mercado de seguros, iniciando sua carreira profissional em 1977 como estagiário da SulAmérica, onde chegou ao cargo de Superintendente de Vendas no Brasil. Fez parte da diretoria da Securitas União Corretora de Seguros, Seguradora Oceânica e Nacional Cia. de Seguros.

Participou da fusão da AIG com o Unibanco, passando posteriormente para Itaú. Atuou como diretor executivo da Itaú Seguros, responsável pela carteira de Grandes Negócios Corporativos, que foi comprada pela ACE em 2014. No ano seguinte, o Grupo ACE adquiriu a Chubb mundial e Trindade foi convidado a presidir a operação da Chubb Brasil.

M.S.
Revista Apólice



Terça, 05 Fevereiro 2019

Susep faz alerta sobre o ‘Golpe do Seguro’
Ter, 05 de Fevereiro de 2019 12:16 NOTÍCIAS GERAIS

 

FONTE: Susep

Em função de novas denúncias sobre tentativas de golpe relacionadas a contratos de seguro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) reitera a importância do devido cuidado com propostas ‘aparentemente’ vantajosas, realizadas sem a comprovação de uma fonte confiável.

Há alguns anos, estelionatários vêm causando prejuízos a cidadãos, oferecendo o resgate de seguros e de planos de previdência adquiridos no passado, mediante o pagamento prévio de valores para a liberação de benefícios.

Na maioria das vezes, quando os estelionatários entram em contato com os consumidores, as empresas nas quais os seguros foram contratados, já encerraram suas atividades, encontrando-se sob regime de liquidação extrajudicial.

A Susep esclarece que o contato para o recebimento de valores é feito de maneira formal – por carta ou edital. Além disso, os liquidantes designados pela autarquia para vender os ativos das empresas em liquidação com o objetivo de pagar seus credores (incluindo segurados e beneficiários) não solicitam, em hipótese alguma, pagamento prévio de qualquer valor para a liberação de direitos.

Portanto, a Susep alerta que, qualquer ligação telefônica, e-mail ou contato feito por pessoa se identificando como representante da Susep, do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e/ou de outros órgãos e entidades do setor de seguros, quando solicitado um pagamento prévio, trata-se de uma tentativa de golpe e deve ser denunciada imediatamente à autarquia.

Por fim, a Susep já encaminhou uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF) e à Polícia Federal com o objetivo de coibir tal prática.


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