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Novembro 2018

Terça, 27 Novembro 2018

Recuperação deve elevar seguro para infraestrutura e energia sustentável
Ter, 27 de Novembro de 2018 10:53 NOTÍCIAS GERAIS


 

FONTE: DCI via Revista Cobertura

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A aposta é de que a melhora econômica impulsione os projetos no governo e que os produtos relacionados à responsabilidade civil e aos riscos de engenharia ganhem maior espaço em 2019

O mercado segurador espera que uma melhora econômica no País em 2019 possa impulsionar apólices voltadas para projetos de infraestrutura e para energia sustentável.
O seguro de responsabilidade civil ambiental, por exemplo, ganhou força após o rompimento da barragem em Mariana (MG), em novembro de 2015. De acordo com informações da Superintendência de Seguros Privados (Susep), três anos após o desastre, a contratação do produto neste ano até setembro (R$ 58,815 milhões) superou o prêmio direto adquirido em todo o ano de 2015 (R$ 43,344 milhões) e também em 2016 (R$ 55,562 milhões).

De acordo com o superintendente de riscos empresariais da MDS Brasil, Caio Carvalho, houve um “aumento significativo nas consultas” pelo produto que, segundo ele, “é bastante motivado por casos emblemáticos de poluição ou catástrofes ambientais”.
Os últimos dados da Susep apontam para um crescimento de 75,9% em setembro deste ano contra igual mês de 2017, de R$ 4,848 milhões para um total de R$ 8,530 milhões.
“O mercado vem com uma crescente tímida porque é mais difícil criar essa demanda. De qualquer forma, acredito que o andamento dos projetos de infraestrutura do governo pode influenciar consideravelmente na contratação desse produto”, analisa. Carvalho explica que “quando aumenta os projetos de infraestrutura toda a cadeia se alimenta”. “Isso traz até mesmo um crescimento natural.”

Riscos de engenharia

Além disso, outro produto que também pode se beneficiar do andamento de projetos do governo são os riscos de engenharia. Diferentemente das apólices de responsabilidade civil ambiental, o produto tem demonstrado retração. Ainda de acordo com a Susep, a contratação desse seguro caiu 16,6% em setembro deste ano em comparação com o mesmo mês do ano passado, de R$ 32,634 milhões para R$ 27,220 milhões. Os especialistas reiteram, no entanto, que um dos grandes problemas é que, pelas contratações ainda serem pequenas em ambas as apólices, os sinistros, quando ocorrem, dão um “baque” no mercado. Para o subscritor de property da Argo Seguros Daniel Camargo, no entanto, o foco começa a migrar para produtos voltados à sustentabilidade e, o segmento tem potencial para crescer com a melhora da economia ao longo de 2019.

A seguradora lançou recentemente dois produtos para energia limpa. O primeiro é para riscos de engenharia para instalações fotovoltaicas e o segundo, de riscos diversos para equipamentos fotovoltaicos. “O mercado de energias limpas tem aumentado exponencialmente nos últimos anos, principalmente por incentivo do governo, o que torna o negócio bastante sustentável”, comenta Camargo, da Argo. Dentre os focos em sustentabilidade, a seguradora ainda aposta em seguros para bicicletas e patinetes, mais baratos que as apólices de automóveis. “Além disso, é um produto que desde o início tem um retorno sobre o investimento feito. O potencial é grande e acreditamos que esse mercado vai crescer em 2019”, completa.


Saúde: nova metodologia de cálculo dos planos individuais
Ter, 27 de Novembro de 2018 10:53 NOTÍCIAS GERAIS

Em audiência pública, FenaSaúde aponta uma série de questões para o aprimoramento da proposta da ANS

 

A FenaSaúde participou da audiência pública da ANS, para debater a nova proposta de metodologia de cálculo do reajuste dos planos individuais e familiares.

A proposta do órgão regulador tem como base a variação das despesas assistenciais per capita (VDA) do setor e a inflação geral da economia, no caso o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A VDA reflete diretamente as despesas per capita com atendimento aos beneficiários de planos de saúde, enquanto o IPCA incide sobre as despesas não assistenciais das operadoras (despesas com administração). Nesse modelo proposto, o índice de reajuste seria composto por uma fórmula única, que reúne as duas variações, com peso de 80% para as despesas assistenciais e 20% para as não assistenciais (os pesos refletem aproximadamente a composição das despesas pagas pelas operadoras – 80% assistencial e 20% com administração). Na fórmula, foi introduzido o fator de ganho de eficiência (FGE), para induzir as operadoras a reduzirem continuamente as despesas com assistência à saúde e, assim, transferir parte da produtividade obtida pelas empresas aos beneficiários, o que incentiva a gestão da saúde.

Para a transparência completa dessa fórmula, na avaliação da FenaSaúde, ainda é necessário que a base de dados utilizada seja bem definida e esteja disponível para que o cálculo possa ser replicado. Além disso, a Federação vê como essencial que essas novas regras sejam fixadas em uma norma resolutiva da ANS, o que dissipará quaisquer dúvidas quanto ao método de cálculo. Com isso, cumpre-se objetivo de tornar todo o processo de cálculo transparente para o entendimento claro por parte dos beneficiários, das operadoras de planos de saúde, das entidades de defesas do consumidor e de órgãos públicos sobre o índice a ser reajustado nos planos individuais e familiares.

Durante a audiência pública, Sandro Leal, superintendente de Regulação da FenaSaúde, apresentou as considerações da Federação em relação à metodologia da agência reguladora. “Ao longo do tempo, os reajustes não foram suficientes para repor todos os custos médico-hospitalares, que continuam crescentes. Hoje, a cadeia produtiva está mais engajada buscando discutir eficiência. A nova metodologia aprimorou algumas lacunas, mas ainda não é suficiente para replicabilidade, precisando de mais clareza sobre o tratamento estatístico da base de dados. Sobre as variáveis do modelo proposto, a Variação da Despensa Assistencial (VDA) aumenta a transparência e permite mais previsibilidade. Já o Fator Ganho de Eficiência (FGE) ainda que com definição matemática, não sabemos que número resultará do cálculo. É preciso compreender melhor os resultados gerados pelo FGE. Também é importante corrigir distorções do passado. A mudança é necessária, mas a revisão técnica é fundamental”, afirmou.

A FenaSaúde reconhece os avanços da ANS no debate e na elaboração de uma nova metodologia, como também a busca pelo aprimoramento do processo de transparência do cálculo. Contudo, a Federação alerta para a necessidade de uma mudança gradual, que envolva maior tempo de maturação e entendimento sobre os efeitos esperados e desejados no mercado de planos de saúde, visto que não há referências internacionais que respaldem a metodologia proposta.

O entendimento da Federação é que a questão da transparência avançou bastante, mas são necessários estudos com mais evidências. “Defendemos que tenham mais estudos que apontem para onde essa metodologia vai nos levar. Como é um assunto muito sensível, que altera a vida das pessoas em relação às operadoras, essa mudança tem que ser feita de forma bastante consistente. Para isso, precisamos passar por algumas etapas. Ainda falta esclarecer alguns pontos, dar transparência em outras questões do cálculo, para podermos ter a segurança de que vamos fazer uma mudança confiável”, ponderou Leal.

M.S.
Revista Apólice


TELEFÓNICA PODE VENDER OPERAÇÕES NO MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL
Ter, 27 de Novembro de 2018 10:52 NOTÍCIAS GERAIS

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O jornal espanhol Expansion publicou ontem, 18, notícia informando que o grupo Telefónica – que controla a Vivo no Brasil – estaria prestes a se desfazer de suas operações no México e em países da América Central. E a empresa já teria até compradores.

Para suas operações no México, o interessado seria o fundo Cerberus e para as unidades da América Central, a venda poderia ocorrer para a operadora Millicom, que já tem atuação em países da região.

O grupo espanhol precisa diminuir a sua gigantesca dívida e a venda de ativos nas Américas é uma alternativa sempre citada. A atuação da Telefónica no México, que entrou para quebrar o monopólio  de mais de 80% do mercado das empresas do bilionário Carlos Slim, que controla no Brasil a Claro, ficou ainda mais difícil com a decisão da norte-americana AT&T de também disputar aquele mercado.

Os países da América Central, por sua vez, são muito pulverizados, com poucos clientes, o que também deixa de interessar a empresa.


OI ESPERA OBTER CRÉDITOS FISCAIS DE R$ 3 BILHÕES
Ter, 27 de Novembro de 2018 10:52 NOTÍCIAS GERAIS


Empresa também espera sucesso na disputa legal sobre incidência do ICMS nas contribuições de PIS/Cofins feitas na última década. Companhia já acelera o Capex, e promete investir cerca de R$ 2 bilhões no 4º trimestre.

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A Oi também espera se beneficiar da decisão judicial sobre a incidência do ICMS no cálculo de PIS/Cofins que devolveu a Vivo e TIM bilhões de reais. No caso da concessionária carioca, a expectativa, segundo o CFO Carlos Brandão, é obter créditos fiscais que somem R$ 3 bilhões. Também conforme o executivo, a operadora já está pedindo a reparação no STF, e a expectativa é de resultado positivo.

O comentário foi realizado durante a conferência de resultados da Oi, ocorrida na tarde desta quarta-feira, 14. Brandão também falou que espera reflexos positivos da aprovação do PLC 79, que pode acontecer na próxima semana, mas evitou detalhar quais os múltiplos serão mais afetados para melhor.

CAPEX

O executivo avisou também que vai ampliar o investimento feito até agora, já antecipando o aporte de dinheiro novo na companhia, que se inicia na próxima semana. No ano, a Oi registrou Capex de cerca de R$ 4 bilhões. “Esperamos encerrar o ano com Capex total de cerca de R$ 6 bilhões”. O dinheiro será usado na construção da rede de acesso FTTH, dentro do plano de reuso de rede metro da companhia. E também no móvel.

Ele afirmou que a Oi segue com seu projeto de refarming da frequência de 1,8 GHz. O espectro, antes usado no 3G, está sendo redestinado para uso no 4,5 G. Atualmente, são quase 800 ERBs modificadas no país. Sua projeção é terminar o ano com 1 mil delas aptas ao LTE-Advanced.


PREFEITURA DE SP LANÇA EDITAL PARA AMPLIAÇÃO DO PROGRAMA WIFI LIVRE
Ter, 27 de Novembro de 2018 10:51 NOTÍCIAS GERAIS

São Paulo contará com, no mínimo, 300 pontos de internet gratuita em centros culturais, bibliotecas, centros desportivos e pontos turísticos, entre outras localidades. Remuneração das empresas se dará pela revenda de publicidade digital exibida ao usuário.

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A Prefeitura de São Paulo publica amanhã, 24, edital de expansão do programa WiFi Livre SP. A iniciativa leva acesso WiFi gratuito a pontos da cidade, como praças e centros de cultura. Iniciado em 2014, o projeto está atualmente disponível em 120 pontos da cidade.

A meta oficial é dobrar este número até o final de 2020. Mas, segundo o secretário municipal de Inovação e Tecnologia, Daniel Annemberg, é possível chegar em 500 pontos atendidos. Será adotado um modelo de exibição publicitária no ato do acesso, a fim de evitar que a prefeitura pague pelo serviço.

“Estamos propondo um modelo de financiamento pelo setor privado que não onera os cofres públicos e assegura internet de qualidade para as regiões de maior vulnerabilidade social. Nossa meta é audaciosa e gostaríamos de atingir mais de 500 pontos gratuitos de WiFi”, diz Annenberg.

ECONOMIA DE R$ 12 MILHÕES

O novo edital vai um pouco além, no entanto. Prevê expansão para o total de 300 pontos de conexão obrigatórios, contemplando centros culturais e bibliotecas, centros desportivos e pontos turísticos. Outras 319 localidades são consideradas complementares e opcionais.

Conforme informações da Prefeitura, cerca de R$ 12 milhões devem ser economizados ao ao ano com o novo formato. Este é o preço pago, hoje em dia, pela manutenção dos 120 pontos de acesso em operação.

Annemberg afirma que as regras a serem publicadas, e que já passaram por consulta pública, respeitam o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. Desde o início do programa, em 2014, a prefeitura contou mais de 400 milhões de acessos aos pontos de WiFi da cidade.

Os termos do novo edital foram avaliados em consulta pública. Por 15 dias, entre 21 de setembro e 5 de outubro, a consulta pública recebeu 19 manifestações com diversas contribuições do setor de telecomunicações, de escritórios de advocacia e de organizações da sociedade civil para as minutas do edital de credenciamento.


O novo desenho da operação de uma seguradora
Ter, 27 de Novembro de 2018 10:50 NOTÍCIAS GERAIS

 FONTE: Estadão

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As coisas mudam com o avanço tecnológico em todas as áreas. As seguradoras também têm um novo desenho nas suas operações.

Durante décadas, o negócio de seguro seguiu regras fixas, pelas quais o segurado enviava uma proposta de seguro, através de um corretor, para uma seguradora. Esta proposta, que, depois do risco aceito, passava a fazer parte integrante da apólice, deveria ter todas as informações sobre o risco, o segurado e a garantia pretendida.

A seguradora tinha o prazo de 15 dias para aceitar ou recusar a proposta, sendo que, passado esse tempo sem que a seguradora respondesse, o seguro estaria automaticamente aceito por ela, dentro das condições normalmente utilizadas para aquele tipo de seguro, inclusive quanto ao preço.

Na prática, o corretor de seguros, depois de conversar com o segurado e entender suas necessidades de proteção, ia a mercado e cotava junto a algumas seguradoras o risco que desejava colocar.

Recebidas as cotações das companhias consultadas, ele informava o segurado das condições oferecidas e aconselhava a contratação da que ele julgava mais interessante.

Alguns seguros ainda exigem algo próximo deste modelo, mas normalmente tratam-se de grandes riscos, cuja colocação não acontece no automático das condições comerciais oferecidas pelas seguradoras. Ao contrário, são contratos que exigem estudos delicados, colocação de resseguros, negociações específicas para um determinado tipo de risco, dentro da política de gerenciamento de um determinado grupo empresarial. Quer dizer, são negócios que fogem da rotina e não são aceitos pela maioria das seguradoras em operação no país. Não porque sejam bons ou ruins, mas porque são negócios diferenciados, que nem sempre são a praia da maioria das companhias.

No dia a dia, na rotina operacional do setor, a contratação de um seguro, ainda que legalmente seguindo o desenho acima, na prática funciona de forma muito mais rápida, baseada na troca de informações e documentos via internet ou outros sistemas de informação que unem seguradora, corretor e segurado, invariavelmente, em tempo real, ou algo próximo disto, permitindo a contratação da apólice mediante meia dúzia de cliques.

Hoje não é raro a seguradora deixar a vistoria prévia do veículo a ser segurado a cargo do próprio segurado. É ele, não mais um vistoriador, que tira as fotos e preenche as informações solicitadas nos questionários de vistoria.

E rotina muito semelhante é adotada nas vistorias de sinistros. Ainda que em muitos casos a presença do vistoriador seja indispensável, ele passa as fotos e o eventual relatório para a seguradora, que decide com base nessas informações de forma muito mais rápida.

Importante salientar que essas transferências de responsabilidades, ou redução da participação de funcionários ou representantes das seguradoras nos diferentes estágios do processo de gestão do seguro, têm como essência uma série de vantagens, entre elas, primordialmente, a eliminação de mão de obra e a redução dos custos operacionais, além da diminuição dos erros e necessidade de retrabalho nas diferentes fases do contrato.

Mas se no seguro de veículos os avanços tecnológicos merecem destaque, há casos em que a velocidade das mudanças é muito maior e mais importante. Sinistros de objetos pequenos ou de valores menos significantes podem ser regulados diretamente pelo telefone celular, numa ação envolvendo apenas a seguradora e o segurado. que informa e prova a perda e recebe a indenização em poucas horas depois de comunicar o sinistro.

A tendência é que todos os processos – comerciais e administrativos – fiquem mais rápidos, principalmente pela introdução de novas tecnologias, invariavelmente desenvolvidas por empresas desconhecidas até o momento em que seu produto explode como a melhor solução para uma determinada necessidade do mercado.

Hoje, seguros são aceitos, comissões são pagas, sinistros indenizados cada vez mais através de processos à distância, através do uso intensivo de ferramentas de tecnologia da informação.

A rapidez atual contrasta com o que era feito até poucos anos atrás, mas se ela permite ganhos de escala que levam à redução do preço dos seguros e, consequentemente, a uma maior competitividade, ela também desumaniza o negócio, jogando na vala comum todas a situações semelhantes, o que não quer dizer que uma mesma solução é sempre a melhor de todas.


Liberty Seguros lança estudo sobre tendências nos próximos 5 anos
Ter, 27 de Novembro de 2018 10:50 NOTÍCIAS GERAIS

FONTE: CQCS | Sueli Santos

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Nesta quinta, dia 22, a Liberty Seguros lançou o Next5, estudo feito pela companhia que mapeia as principais tendências para os próximos cinco anos em diversos setores da economia.

Carlos Magnarelli, presidente da Liberty Seguros, Marcos Machinni, vice-presidente comercial e Patrícia Chacon, diretora de marketing, apresentaram o ótimo desempenho da seguradora nos últimos anos, principais projetos da companhia na área de inovação e a importância da parceria com o corretor de seguros. “Inovação na Liberty tem a ver com nossa capacidade de nos adaptarmos às mudanças no mundo, mas, sobretudo, tem a ver com pessoas. Temos conseguido engajar o público e entregar soluções inovadoras”, explica Patrícia.

De acordo com Magnareli: “Este ano é um ano excepcional para a Liberty, é o melhor ano da história da Liberty no Brasil. Estamos crescendo na carteira de auto, por exemplo, três vezes mais que o mercado”.

Além disso, Machinni afirmou que o estudo feito é extremamente importante para companhia: “É a primeira vez que nós da Liberty utilizamos um estudo extremamente completo e complexo de tendências com um consultor, um parceiro extremamente especializado. Esse evento marca a hora em que nós pegamos tudo que fazemos internamente e compartilhamos com o Corretor”.

O evento aconteceu na Casa Natura, em São Paulo, e reuniu diversos profissionais. O consultor da Liberty Seguros, Luis Rasquilha CEO da Consulting & Inova business Scholl apresentou o estudo de tendências realizado pela companhia e mostrou para os corretores como será a relação da sociedade com as novas tecnologias.

O estudo foi bem recebido pelos corretores que elogiaram a iniciativa da seguradora. Richard Hessler disse que saía do evento cheio de ideias. “A Liberty mostrou que está atenta e presente na vida do corretor. As preocupações da companhia são as mesmas do corretor”, disse.

Evaldir Barboza, da Opção Justa Corretora de Seguros, esteve presente e achou extremamente válida a iniciativa da Liberty: “O evento teve muita felicidade, porque hoje a grande ferramenta é a conectividade para que a gente tenha interação com o seguro. Temos que buscar a inovação”.



Sexta, 23 Novembro 2018

Recebo o seguro se estiver inadimplente?
Sex, 23 de Novembro de 2018 10:18 NOTÍCIAS GERAIS


 

 FONTE: Tribuna PR


Comprar um veículo ou outro bem de grande valor – especialmente se for preciso financiar – sempre vem acompanhado de uma preocupação, que é manter a integridade desse patrimônio, ainda mais nos grandes centros, onde os índices de violência, roubos e furtos são cada vez mais significativos. Para minimizar essa preocupação, os consumidores acabam optando por segurar o seu patrimônio como forma de evitar que prejuízos maiores aconteçam.

Mas uma dúvida que regularmente aparece é se a seguradora pode recusar o pagamento da indenização em caso de inadimplência, ou seja, falta de pagamento da parcela do seguro diante da ocorrência de um sinistro – furto, roubo ou algum acidente de carro.

E a resposta é: depende. De acordo com entendimento já pacificado pelos tribunais, que resultou na Súmula 616 do Superior Tribunal de Justiça, a indenização a ser paga pela seguradora é devida quando a mesma não comprovar a comunicação prévia do segurado sobre a existência de atraso no pagamento da mensalidade.

Em outras palavras, somente pode haver a recusa, caso o segurado tenha sido devidamente notificado sobre o atraso e mesmo assim não tenha providenciado a regularização da parcela ou parcelas em aberto.

Portanto, é preciso ficar de olho, pois quem deve comprovar que notificou o segurado é a seguradora. E caso tal não ocorra, o pagamento da indenização é devido.


Aquisição de seguro logo após compra veículo pode evitar problemas
Sex, 23 de Novembro de 2018 10:17 NOTÍCIAS GERAIS

FONTE: CQCS | Carla Boaventura

Na tarde da última quarta-feira, 14, véspera de feriado, um viaduto começou a ceder na Marginal Pinheiros, em São Paulo, resultando na queda de cinco carros. Um dos veículos envolvidos no acidente é de Renailton Alves, vigilante que havia acabado de comprar o carro, mas que ainda não havia adquirido o seguro.

Através dessa situação, fica evidente a necessidade da contratação imediata do seguro, logo após a compra do veículo. Sérgio Ricardo, especialista em gerenciamento de riscos, seguros e resseguros, explica, em entrevista ao CQCS, que andar sem seguro é sinônimo de andar desprotegido: “Hoje em dia, não ter seguro é andar na rua com muita preocupação, porque qualquer coisa pode acontecer: uma enchente, um incêndio. Seguro é feito pra isso”.

Para que o proprietário do veículo pudesse estar tranquilo com as consequências do acidente, bastava que ele possuísse um seguro comum para veículos: “O caso que aconteceu é absolutamente coberto, porque ocorreu uma colisão, a queda foi acidental, não havia nada preso ao veículo, e foi o evento aleatório. Absolutamente dentro da cobertura básica”, explica.

A perícia está em busca de motivos que expliquem o que aconteceu. Para evitar mais desgastes da estrutura do viaduto, um trem foi impedido de circular pelas proximidades do local. De acordo com informações do G1, as vítimas do acidente poderão recorrer à prefeitura de São Paulo, a fim de reaver os danos. Caso não haja acordo, a justiça poderá ser acionada.


Sudeste e Sul geram 79% dos prêmios de seguro
Sex, 23 de Novembro de 2018 10:17 NOTÍCIAS GERAIS

 

 FONTE: Sincor SP

Com base nos números da Susep, a Fenacor realizou o estudo “Análise Estatística”, que traz a evolução do mercado de seguros, com ênfase no desempenho das regiões e Estados brasileiros. O levantamento aponta que as regiões Sudeste e Sul geraram 79% da receita dos prêmios de seguros entre janeiro e setembro deste ano.

A liderança do setor se manteve com a região Sudeste, no entanto sua participação caiu de 61% para 60% na comparação com o mesmo período do ano passado. O Sul está em segundo lugar, aumentando sua participação de 18% para 19% entre os períodos.

A região Centro-Oeste também aumentou a participação de 9% para 10%. O Nordeste figura em quarto lugar com 9%, enquanto o Norte tem apenas 2% de participação nos prêmios.

Entre os períodos analisados, o faturamento do mercado avançou 7%, quando atingiu R$ 84 milhões.


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